Sabe aquele dia em que você veste uma calça jeans e uma blusa básica, se olha no espelho e sente que ainda falta um toque especial? No universo do estilo e do design, nós chamamos esse elemento transformador de adorno, aquele detalhe único que dá personalidade e sofisticação a quem o usa.

É exatamente para preencher essa lacuna que a Arte Vestível (Wearable Art) vem conquistando o coração de mulheres e homens autênticos. Mas afinal, o que faz uma peça ser considerada uma obra de arte?

Diferente das produções industriais em massa, a Arte Vestível propõe que você carregue uma história consigo. Para a artista visual Maria Emília Mendes, criadora da ARTYMA, essa história exigiu coragem. Após anos consolidada em uma carreira corporativa, e logo após o nascimento de sua segunda filha, ela decidiu seguir seu grande sonho: estudar pintura na Escola de Belas Artes do Paraná.

Foi durante a pandemia, observando atentamente a natureza - flora e fauna no seu próprio jardim, que a mágica da estamparia começou a nascer através de pincéis e aquarelas. O que antes ficava restrito às telas de pintura, ganhou movimento para levar acessibilidade à arte no vestir.

O ateliê da ARTYMA é um eterno festival de materiais, memórias de lugares, culturas, informações, onde o processo criativo flui de forma orgânica e familiar. O afeto está tão presente em cada etapa que as próprias filhas de Maria Emília fazem parte da engrenagem, ajudando na fotografia, nos debates e até servindo de modelo para algumas criações.

Esse é o verdadeiro conceito de slow fashion. Consumir Arte Vestível é escolher peças atemporais, sustentáveis e repletas de carinho, respeitando a premissa máxima da artista: “buscar sempre trabalhar a essência e menos a tendência”.


Como transformar o seu look hoje 

Além de todo o significado, a Arte Vestível é a sua melhor aliada na versatilidade. Como um lenço, echarpe ou twilly quase não ocupam espaço nem pesam na mala de viagem, você pode multiplicar o seu guarda-roupa usando a mesma peça de diversas formas criativas:

No pescoço: A amarração clássica traz uma elegância imediata para reuniões, passeios, almoços ou jantares.

Na bolsa: Um nó charmoso na alça da sua bolsa favorita renova o acessório no ato.

Como cinto: Transpassado nos passantes de uma calça, short, saia ou marcando a cintura de um vestido liso.

No cabelo ou chapéu: Como uma tiara fluida ou laço para os dias de sol e passeios ao ar livre.

Como blusa: Amarrações maiores (como em cangas ou lenços grandes) se transformam em tops ou casacos exclusivos, em grande estilo.

A Arte Vestível é um convite para você brincar com o próprio estilo, levando consigo memórias e a sensibilidade do fazer manual.

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